Sunday, March 21, 2021

Eduardo Sabbag - Conjugação do verbo entreter

 O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução...e simpática simplicidade.


 


Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.


 


A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”.  O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:


 


- Leve este, menino! Ele “enterte” mais...


 


Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução. À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.


 


Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.


 


De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:


 


O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);


O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).


 


Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:


 


O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo.


Eu me entretenho com música popular brasileira.


 


Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.


 


Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. Da mesma forma, se dizemos “ele tém”, diremos “ele entretém”. Dessa constatação inicial, desponta que não se deve falar “ele /entérte/”, mas “ele entretém”. Aliás, o saudoso sorveteiro da infância, se quisesse se valer do português culto, poderia dizer:


 


- Leve este, menino! Ele ENTRETÉM mais...


 


Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito...O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor, na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...


 


Bem, voltando à flexão verbal. No pretérito perfeito do indicativo, teremos algumas formas importantes, que se estendem a seus derivados (mais-que-perfeito, imperfeito do subjuntivo e futuro do subjuntivo):


 


Eu tive


Ele teve


Nós tivemos


 


Eles tiveram


Eu entretive


Ele entreteve


Nós entretivemos


 


Eles entretiveram


 


Memorize: não existe a forma “entreteu”! Diremos, sim, que “algo entreteve”.


 


Recomenda-se, também, prestar atenção às flexões no futuro do presente do indicativo, que se estendem ao futuro do pretérito, pretérito imperfeito e infinitivo pessoal, além do gerúndio e do particípio. Observe as frases:


O palhaço entreterá as crianças no circo.


As brincadeiras do palhaço entreterão as crianças.


 


Por fim, o modo subjuntivo apresenta ao estudioso os “desafios” de sempre. Aprendamos algumas formas, por comparação:


 


No presente do subjuntivo:


(Que) eu tenha  -  (Que) eu entretenha


(Que) nós tenhamos  -  (Que) nós entretenhamos


(Que) eles tenham  -  (Que) eles entretenham


 


Escreveremos, portanto:


Espero que nós nos entretenhamos com as brincadeiras do palhaço.


 


No pretérito imperfeito do subjuntivo:


(Se) eu tivesse  -  (Se) eu entretivesse


(Se) nós tivéssemos  -  (Se) nós entretivéssemos


(Se) eles tivessem  -  (Se) eles entretivessem


 


Escreveremos, portanto:


Se nós nos entretivéssemos no circo, iríamos mais vezes.


 


No futuro do subjuntivo:


(Quando) eu tiver  -  (Quando) eu entretiver


(Quando) nós tivermos  -  (Quando) nós entretivermos


(Quando) eles tiverem  -  (Quando) eles entretiverem


 


Escreveremos, portanto:


Quando os palhaços entretiverem as crianças, todas verão como é bom sorrir.


 


Assim, pudemos percorrer, nos tópicos em epígrafe, as principais “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona...e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...


 


Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.

Eduardo Sabbag - Uso do pronome onde

 É muito comum, na formação de períodos sintáticos, o uso inadequado do termo “onde”. Costumo dizer que “se coloca ‘o onde’ ‘onde’ não se deve...”. Daí a utilização das palavras em trocadilho, no título deste artigo (Onde o “onde” é incorreto...), que, à primeira vista, pode não soar tão bem, entretanto serve intencionalmente para chamar a atenção do leitor a um problema crônico na sintaxe.


 


Como classe morfológica, “onde” pode ser um advérbio interrogativo (“Onde está o homem?”) e pronome relativo (“Esta é a cidade onde nasci.”) – o que nos interessa diretamente neste artigo –, equivalente a “em que, no qual, na qual, nos quais, nas quais” (“Esta é a cidade EM QUE / NA QUAL nasci.”). O pronome relativo retoma um termo expresso anteriormente (antecedente) e introduz uma oração subordinada adjetiva, restritiva ou explicativa. Assim, na análise sintática, o termo “onde” será identificado como um “adjunto adverbial de lugar”. A propósito, deve referir-se sempre a lugar físico, espacial ou geográfico, ainda que virtual ou figurativo, sendo inadequado seu uso quando atrelado a situações diversas. Os exemplos são esclarecedores:


 


1. A estrada onde ocorreu o acidente.


 


2. O prédio onde ele trabalha.


 


 


Nas duas frases acima, nota-se que o pronome se liga a referentes que designam um lugar determinado, a saber, “a estrada” e “o prédio”. Nessa medida, houve adequação na construção dos períodos, que poderiam ser também escritos:


 


1. A estrada EM QUE / NA QUAL ocorreu o acidente.


2. O prédio EM QUE / NO QUAL ele trabalha.


 


Como recurso mnemônico, pode-se “tirar a prova” do bom uso em dois passos simples: 1º. Substitua o pronome pela expressão “o lugar em que”; e 2º. Elimine o elemento antecedente. Exemplo:


 


Situação: A estrada onde ocorreu o acidente.


1º. A estrada  [O LUGAR EM QUE] ocorreu o acidente.


2º. A estrada  [O LUGAR EM QUE] ocorreu o acidente.


Resultado: O lugar em que ocorreu o acidente.


 


 


Gonçalves Dias, na clássica “Canção do Exílio”, deixou-nos a lição no verso “Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá”. É fácil perceber que as palmeiras indicam o lugar em que o sabiá vai fazer a sua cantoria.


 


Por outro lado, existe um costume condenável de se usar a forma “onde” em excesso nos textos escritos. Costumamos denominar o fenômeno de “ondismo”, no qual se associa o pronome a situações que não indicam valor circunstancial de lugar. Observe as situações abaixo, em que o erro se torna patente:


 


1. Nos autos, foram colhidos depoimentos onde ficou evidente a culpa do réu.


 


Ora, o referente “depoimentos” indica um domínio não geográfico. A frase deve ser assim corrigida:


Nos autos, foram colhidos depoimentos EM QUE / NOS QUAIS ficou evidente a culpa do réu.


 


Daí se dizer que “onde” sempre equivalerá a “EM QUE”, mas a recíproca pode ser falsa, motivo por que se têm construído, a torto e a direito, muitos períodos de forma errônea. Observe mais exemplos de incorreção:


 


2. O candidato prestou o concurso onde questões de provas foram anuladas.


Correção: O candidato prestou o concurso EM QUE / NO QUAL questões de provas foram anuladas.


 


3. Esta é a família onde há violência doméstica.


Correção: Esta é a família EM QUE / NA QUAL há violência doméstica.



           Da mesma forma, tem sido muito comum o errôneo emprego de “onde” como antecedente de “tempo”. Observe o problema:


 


1. Este é o ano onde tudo melhorará.


O antecedente “ano” designa uma referência temporal, devendo afastar o pronome “onde”. Substitua-o, assim:


Este é o ano EM QUE / NO QUAL / QUANDO tudo melhorará.


 


De modo semelhante, outras frases podem ilustrar a aplicação imprópria do pronome quando os referentes forem temporais:


 


2. Esta é a época onde as flores nascem.


Correção: Esta é a época EM QUE / NA QUAL as flores nascem.


 


3. O dia onde a guerra começou.


Correção: O dia EM QUE / NO QUAL a guerra começou.


 


4. O século onde tudo se explica.


Correção: O século EM QUE / NO QUAL tudo se explica.


 


Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas elaborou importante questão no vestibular para os candidatos pretendentes ao curso de “Administração de Empresas”. No caso, o candidato teve que identificar a inadequação do uso de “onde” na frase “Uma noite onde ninguém é o que parece ser”. Com efeito, o referente “noite” não designa lugar, mas tempo. Assim, poderíamos corrigir a frase por:


 


“Uma noite EM QUE / NA QUAL ninguém é o que parece ser”.


 


Por tudo isso, devemos evitar o uso indiscriminado do pronome relativo “onde”. A cautela, aqui, não será algo excessivo, mas imprescindível. Aliás, o cauteloso terá o domínio da boa aplicação do pronome relativo e... a chave dos lugares onde “o onde” é adequado. É só entrar e bem aplicar!

Eduardo Sabbag - Regência do verbo implicar

 Certa feita, quando ministrava uma aula de Direito Tributário, interrompi a explicação jurídica e pedi licença aos alunos para trazer-lhes uma dica gramatical. Não raras vezes, valho-me dessa estratégia, com o propósito de enaltecer a importância do conhecimento da gramática normativa para aqueles que desejam militar em nossa solene área jurídica e, além disso, prestar os concursos públicos.


 


Tal fato se deu no momento da leitura de um dispositivo do Código Tributário Nacional (CTN), que abaixo reproduzo:


 


“Art. 106. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito: (...) II - tratando-se de ato não definitivamente julgado: (...) b) quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo; (...)” (grifo nosso)


 


Como se pode perceber no destaque acima, o deslize gramatical do legislador se deu no âmbito da chamada “regência verbal”, afeta ao verbo “implicar”.


 


O uso desse verbo no texto, jurídico ou não, tem sido muito frequente. O jornalista e o escritor, o advogado e o juiz, o promotor e o defensor, o professor e o aluno, e, até mesmo, o legislador, todos preferem adotar o verbo “implicar”, insistindo, quase sempre, na utilização da preposição “em”. Assim, encontram-se frases, como:


 


- A nulidade do ato implicou na tomada de providência. (na = em + a)


- O casamento implica em verdadeiro sacerdócio.


- Adquirir a casa própria implica na mudança de hábitos. (na = em + a)


 


Antes de detalharmos a explicação gramatical, convém frisar que, à luz da gramática normativa e da chamada “língua culta”, as três frases acima teriam sido mais bem escritas, se assim tivessem vindo:


 


- A nulidade do ato implicou a tomada de providência.


- O casamento implica verdadeiro sacerdócio.


- Adquirir a casa própria implica a mudança de hábitos.


 


Há uma lógica nisso tudo. A opção inovadora “implicar em algo” é resultado da influência nos usuários da língua daqueles verbos como “resultar”, que requerem normalmente a preposição “em” (Algo resulta em derrota). Aliás, é fato relevante notarmos que tal brasileirismo tem seduzido parte minoritária dos gramáticos, os quais preferem ceder à forma popular, aceitando-a como legítima. Isso tem ocorrido também em certas situações de concursos públicos, vestibulares, provas de ensino médio/superior, Enem e exame da OAB, em que se enaltece o padrão coloquial/literário em detrimento do padrão culto, exigido em documentos oficiais, artigos científicos e redações.

 


Tudo nos leva a crer que a constatação do problema de regência verbal, no presente caso, não é mera “implicância com o verbo ‘implicar’”, mas, diferentemente, uma providência que deve ser bem assimilada por todos aqueles que lidam, no padrão culto da língua, com a gramática normativa em seu dia a dia, filiando-se ao sistema linguístico imposto pelas normas cultas. A propósito, passemos agora às acepções do verbo.


 


O verbo implicar tem mais de uma acepção. Pode vir com o sentido de “ter implicância”, quando será acompanhado da preposição “com”, assumindo a transitividade indireta (A esposa implica com o marido).


 


Com um pouco mais de erudição, o verbo em estudo pode aparecer na acepção de “envolver-se”, avocando as preposições “com” ou “em”, sob o rótulo de um pronominal verbo transitivo indireto (Implicou-se em negócios fraudulentos; Implicou-se com negociações difíceis).


 


Entretanto, as significações acima não dizem respeito à regência cotejada naquele dispositivo do CTN. Lá o verbo “implicar” apareceu com o sentido de “acarretar, provocar, trazer como consequência” (“... desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento...”) e, nessa acepção, deve ser transitivo direto, repelindo a preposição “em”. Nesse caso, a opção pela preposição – o que tem acontecido de forma recorrente – é condenada pela maioria dos gramáticos, indo também de encontro ao posicionamento majoritário dos dicionaristas e das Bancas de concurso. Portanto, censurada está a regência indireta (preposição “em”) para esta última possibilidade de significação, sobretudo no contexto imposto pelo padrão culto da norma.


 


Urge lembrar que, no plano legislativo, os erros e acertos convivem, em curiosa harmonia, na atividade do legislador. Ora se caminha para o lado da correção; ora se dirige para o campo do deslize. E, como se trata do discurso jurídico, podemos, sim, falar em “acerto” e “erro”, uma vez que naquele só se admite o padrão culto da língua.


Desse modo, enquanto o art. 37, §2º, da Constituição Federal demarcou a precisão do uso (“A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável, nos termos da lei. ”), o legislador do CTN laborou em erro quando, tratando da lapidação do art. 106, II, “b”, utilizou a forma “implicar em” no lugar de um simples “implicar”. Veja como ficaria o dispositivo corrigido:


 


“Art. 106. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito: (...) II - tratando-se de ato não definitivamente julgado: (...) b) quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado ( ) falta de pagamento de tributo; (...)” (grifo nosso)


 


Diante do exposto, há que se relativizar a implicância com o verbo “implicar”. No padrão culto, usaremos o implicar “implicando com a preposição em” (isto é, evitando-a!); já no padrão popular e em textos literários, poderemos até arriscar o implicar “não implicando com a preposição em” (isto é, utilizando-a!). Todavia, como se enfatizou, a implicância, no discurso jurídico, será sinônimo de cautela. Que se mude o CTN!

Thursday, March 4, 2021

Projeto proíbe caixas eletrônicos em locais públicos

Os caixas eletrônicos de bancos que permitem quaisquer transações bancárias, exceto depósito, deverão ser proibidos em terminais de ônibus, hipermercados, supermercados, postos de combustíveis, lojas de conveniência, padarias, farmácias, universidades, aeroportos e rodoviárias. É o que propõe o Projeto de Lei (PL) 77/2015, da vereadora Sandra Tadeu (DEM), em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo.


De acordo com a medida, a proibição da Lei não se aplica em instituições públicas e shopping centers. No entanto, os caixas eletrônicos que fazem parte das agências bancárias deverão instalar película ou instrumento que impossibilite a visão do interior do estabelecimento.


O Projeto ainda determina que o uso desses caixas eletrônicos ocorra durante o atendimento bancário. As instituições que não cumprirem a Lei – quando for sancionada – receberão uma multa no valor de R$ 5 mil. Em caso de reincidência, o estabelecimento comercial será multado.


A vereadora Sandra Tadeu justificou a proposta como uma maneira de garantir maior segurança à população, já que os caixas eletrônicos são alvos de quadrilhas especializadas nesse tipo de crime.


O Projeto ainda precisa ser votado em segunda discussão pelos vereadores. Se aprovado, segue para sanção ou veto do Prefeito João Doria.

Wednesday, March 3, 2021

A Vida da Gente - encerramentos (2011-2012)

autorização especial - SATED RJ

edição - José Carlos Monteiro, Ubiraci de Motta, Mauriceu Migon

colorista - Saulo Silva

sonoplastia - Júlio César Corrêa, Jerôme Ferraz, Marco Salles

efeitos visuais - Jorge Banda Fernandes 

autorização especial - SATED RJ

efeitos especiais - Marcos Soares

abertura - Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein

direção de imagem - André Warwar

câmeras - José Passos dos Santos Filho, Ana Cristina Leccioli, Marcello Sooma, Marcone Couto, Alexandre Couto Miranda Santos, Cristiano Barroso

equipe de apoio a operação de câmera - Luiz Antônio Temperine, Geilson Tavares, Washington Luiz Rodrigues de Lima, Antônio Roberto Cordeiro

equipe de vídeo - Almir Atayde Silva, Caetano Pereira de Mattos

gerência de produção - Cláudia Braga

núcleo - Jayme Monjardim

autorização especial - SATED RJ

equipe de áudio - Gustavo Nunes, Alexandre Lins, Joaquim Marcelo de Oliveira, Gilberto Ramiro, Michel Fernandes Canejo, Moisés de Oliveira, Felipe Gomes

supervisor e op. sistema - Diogo Mathias

gerente de projetos - Marco Antônio Tavares

produção de cenografia - Tatiana Cunha

gerência de produção - Cláudia Braga

núcleo - Jayme Monjardim

autorização especial - SATED RJ

supervisão de produção de cenografia - André Luís de Melo, Hélio Miranda Santos, Cláudio Santos, Edson Gonçalves, Francisco Silva

pesquisa - Natali Zarth

continuidade - Sílvia Moreiras, Eliane Freitas, Giselle Lewicki

assistentes de direção - João Boltshauser, Maria Piá Baffa, Alexandre Macedo, Rodrigo Raposo, Márcio Melges

produção de engenharia - Marcos Araújo

gerência de produção - Cláudia Braga

núcleo - Jayme Monjardim

autorização especial - SATED RJ

equipe internet - Luisa Rody, Filipe Lisboa, Aída Barros, Paola Antunes, Bruna Wagner, Fábio Rocha, Michel Lima, Jéssica Mattos

equipe de produção - Samantha Santos, Grazieli Trentin, Barbara Monteiro, Bruno Petronetto, Mariana Daflon, Priscila Menezes, Vanessa Bruna, Marina Velloso, Vanessa Bruna, Norberto Pfeiffer, Bruno Minzon

coordenação de produção - Wilson Gerardo

supervisão executiva de produção - Vera Daflon, Marcelo Martins, Walter José, Maria Mocelin, Tatiana Poggi, Wladimir Santos, Silvaldo Fernandes

supervisão executiva de produção de linha - Gilberto Nunes

produção executiva - Marília Fonseca

gerência de produção - Cláudia Braga

núcleo - Jayme Monjardim

Sunday, February 28, 2021

Divisões da gramática - fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e estilística

 Quando estou em dúvida, onde procurar??????

Gramática

Quando estou em dúvida, onde procurar??????


2  Divisão

Fonologia

Morfologia

Sintaxe

Semântica

Estilística


3  Fonologia - som: fonema

Sons e letras: vogais – a ,e , i, o, u semivogais - i , u

Consoantes – b, c, d......

Fonema – mala/ bala

Dígrafo – lh, nh, qu, gu, rr, ss, am, em, im, om, um...

Sílaba – pas-so

Acentuação - oxítona, paroxítona, proparoxítona, ditongos, hiatos, acentos diferenciais, acento de insistência

Encontros vocálicos – hiato, ditongo, tritongo

Encontros consonantais – perfeitos, imperfeitos e mistos: cl, br, pr, tr.....

Ortoépia ( pronúncia correta – tijolos –com o aberto )

prosódia( correta acentuação e entonação – Nobel, avaro, rubrica, recorde, pudico, ibero, ínterim, ímprobo, ruim, ureter, cateter, epifania, etc. )

Ortografia – exceção

Parônimas – tráfego X tráfico

Homônimas – sessão X cessão X seção / secção


4  Morfologia – forma: morfema / classe gramatical

Estrutura de palavras - radical, prefixo, sufixo, desinência, tema, vogal temática, vogal e consoante de ligação

Formação de palavras - derivação, composição, hibridismo, onomatopeia, abreviação, siglas, e processos de renovação da língua: palavras-valise, decalques, neologismos, estrangeirismos e gírias

Substantivo – simples, composto, comum, próprio, coletivo, concreto, abstrato, primitivo, derivado, epiceno, sobrecomum, comum de dois, heterônimo – Flexiona em gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (aumentativo e diminutivo)

Adjetivo- primitivo, derivado, simples, composto, pátrio, explicativo, restritivo. Flexiona em gênero, número e grau (comparativo e superlativo)

Artigo – definido, indefinido. Flexiona-se em gênero e número.

Numeral – cardinal, ordinal, fracionário, multiplicativo e coletivo. Flexiona-se em gênero e número. Na linguagem informal e literária, alguns apresentam variação de grau.

Pronomes – pessoais, de tratamento, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos, relativos, reflexivos e recíprocos. Flexiona-se em gênero, número e pessoa (1ª, 2ª e 3ª).

Verbo - regular, irregular, anômalo, defectivo, abundante, auxiliar, pronominal, reflexivo, impessoal, unipessoal e vicário; conjugação. Flexiona-se em número, pessoa, tempo (presente, pretérito e futuro), modo (indicativo, subjuntivo e imperativo), voz (ativa, passiva, reflexiva e recíproca) e aspecto (aumentativo, diminutivo, frequentativo / iterativo, incoativo / inceptivo, conclusivo / cessativo e imitativo / onomatopaico)

Advérbio - tempo, lugar, modo, intensidade, afirmação, negação, dúvida, interrogativo

Preposição - essencial, acidental, combinação, contração, crase

Interjeição - de alegria (ou satisfação), de dor (ou tristeza), de animação (ou estímulo), de desejo (ou intenção), de dúvida (ou incredulidade), de advertência, de concordância, de repulsa (ou desaprovação), de saudação, de chamamento (ou invocação), de espanto (ou admiração), de pedido de auxílio, de silêncio, de impaciência (ou contrariedade), de medo (ou terror), de afugentamento

Conjunção - coordenativa (aditiva, adversativa, alternativa, explicativa, conclusiva) e subordinativa (causal, consecutiva, concessiva, condicional, conformativa, comparativa, temporal, final, proporcional e integrante)

Palavra denotativa - adição, afastamento, afetividade, aproximação, exclusão, explicação, inclusão, limitação, realce (expletiva), retificação, situação

Locuções - locução substantiva, locução adjetiva, locução pronominal, locução verbal, locução adverbial, locução prepositiva, locução conjuntiva, locução interjetiva e locução denotativa

5  Sintaxe - relacionamento: função sintática

Análise sintática interna - termos da oração

Frase, oração, período 

Sujeito e predicado

Verbos – de ligação, transitivos (diretos, indiretos, diretos e indiretos e transitivos circunstanciais), transobjetivos, intransitivos, impessoais e unipessoais

Termos essenciais da oração: sujeito e predicado

Termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva, predicativo do sujeito e predicativo do objeto

Termos acessórios da oração: adjunto adnominal, adjunto adverbial e aposto

Termo independente da oração: vocativo

Análise sintática externa - orações

Período simples, período composto por subordinação, período composto por coordenação e período misto; orações justapostas, orações intercaladas e verbos vicários

Orações coordenadas assindéticas e sindéticas: aditivas, adversativas, alternativas, explicativas e conclusivas

Orações subordinadas substantivas: subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas, predicativas, completivas nominais, apositivas e agente da passiva

Orações subordinadas adjetivas: explicativas e restritivas

Orações subordinadas adverbiais: causais, concessivas, condicionais, conformativas, comparativas, consecutivas, finais, temporais, proporcionais, modais e, locativas

Orações reduzidas: de infinitivo, gerúndio e particípio

Funções sintáticas dos pronomes oblíquos e relativos

Funções das palavras que, se e como

Voz ativa, passiva, reflexiva e recíproca

Pontuação:

Sinais de pausa – ponto, vírgula e ponto-e-vírgula

Sinais de entonação – dois-pontos, ponto de interrogação, ponto de exclamação, reticências, aspas, parênteses, colchetes, travessão

Concordância verbal e nominal

Regência verbal e nominal

Crase

Colocação pronominal – próclise, ênclise, mesóclise, locuções verbais e tempos compostos


6  Semântica - sentido

Sinônimos e antônimos

Homônimos e parônimos

Hiperônimos e hipônimos

Campo lexical e campo semântico

Ambiguidade e polissemia

Denotação e conotação

Homônimos perfeitos, homógrafos e homófonos


7  Estilística - estilo

Versificação – verso, estrofe, número de sílabas poéticas, rima, ritmo

Figuras de linguagem

Figuras de pensamento - antítese, paradoxo, ironia, eufemismo, hipérbole, prosopopeia ou personificação, gradação ou clímax e apóstrofe

Figuras de sintaxe:

Omissão - assíndeto, elipse e zeugma

Repetição - anáfora, pleonasmo e polissíndeto

Inversão - hipálage, hipérbato, sínquise e anástrofe

Ruptura - anacoluto

Concordância ideológica - silepse

Figuras de palavras - metáfora, comparação ou símile, metonímia ou sinédoque, catacrese, perífrase ou antonomásia e sinestesia

Figuras de som - aliteração, assonância, paronomásia e onomatopeia

Vícios de linguagem - barbarismo, solecismo, ambiguidade ou anfibologia, cacofonia ou cacófato, pleonasmo vicioso, redundância ou tautologia, arcaísmo, estrangeirismo, colisão, eco, hiato, neologismo, vulgarismo, plebeísmo, preciosismo ou prolixidade, gerundismo, queísmo, parequema

Funções da linguagem - emotiva ou expressiva, conativa ou apelativa, referencial ou informativa, metalinguística, fática, poética ou estética

Elementos da comunicação - emissor, receptor, mensagem, código, canal e referente

Tipos de discurso - direto, indireto e indireto livre

8  Ortografia Utilizar um bom dicionário Pode ser no seu celular

Indicação de dicionários:

Dicionário ortográfico:


9  Conjugação Verbal

Sugestão : utilizar o seguinte livro

Wednesday, February 3, 2021

Lado a Lado - abertura e encerramento: versão em espanhol (Globo Internacional)

 una telenovela de - João Ximenes Braga y Cláudia Lage

Lázaro Ramos / Camila Pitanga

Thiago Fragoso / Marjorie Estiano

Rafael Cardoso / Caio Blat

Cássio Gabus Mendes / Maria Clara Gueiros

Paulo Betti / Tuca Andrada / Emílio de Mello / Maria Padilha

Isabela Garcia / Werner Schunemann / Sheron Menezes / Milton Gonçalves

Klebber Toledo / Daniel Dalcin / Zezeh Barbosa / Bia Seidl

Guilherme Piva / Débora Duarte / Susana Ribeiro / Cláudio Tovar

André Arteche / Marcello Melo Jr. / Álamo Facó / George Sauma

Christiana Guinle / Priscila Sol / Ana Carbatti / Juliane Araújo / Romis Ferreira

Tião d'Ávilla / Rui Ricardo Díaz / Laís Vieira / Luísa Friese / Rogério Freitas

Marcos Acher / Daniel Marques / Ana Paula Lopes / Rhaísa Batista / Jurema Reis

actuaciones especiales de - Beatriz Segall, Maria Eduarda

actriz invitada - Alessandra Negrini

Patrícia Pillar como Constância

original de - João Ximenes Braga, Cláudia Lage

colaboración - Chico Soares, Douglas Tourinho, Fernando Rebello, Jackie Vellego, Maria Camargo, Nina Crintzs

supervisión de texto - Gilberto Braga

dirigida por - Cristiano Marques, André Câmara

dirección general - Vinícius Coimbra

director de núcleo - Dennis Carvalho


autorización especial - SATED RJ

escenografía - Fábio Rangel, Fernando Schmidt, Paulo Renato, Leila Chaves, Kaká Monteiro

asistentes de escenografía - Bruno Freitas, Cristianno Cruz, Mariana Tenório, Claudia Affonso, Claudia Santos

vestuario - Beth Filipecki, Renaldo Machado

asistentes de vestuario - Edmar Galvão, Eliete Catraio, Fernanda Garcia, Rogério França, Rosangela Sabino

equipo de apoyo de vestuario - Alex Leal, Alex Sena, Angela Maria da Conceição, Cirlene Cardoso, Claudio Carneiro, Clenilson Alves, Cristiano Rangel, Elaine Assis, Eliane Mendes, Eni Santos, Helio Santos, Iara Rodrigues, Ivonice da Costa, Jose Manoel Santos, Leila Conceição, Lia Abreu, Luciene Mendes, Lucilene Pereira, Luiz Gonzaga, Marcos Roberto Campos, Maria Isabel Botelho, Maria José Martins, Maria Sueli da Silva, Rildo Conceição, Valderice Rodrigues, Wallace Bruzaca

director de fotografía - Daniel José dos Santos

directores de iluminación - Alexandre Reigada, Gustavo Amaral, Alexandre Fructuoso

equipo de iluminación - Marcio Ribeiro Pinto, Juan Carlos Fructuoso, Carlos Eduardo Gomes, Vitor Manoel Nunes Martins, Guilherme Martinho, Leandro Nogueira, Igor Henrique Mello, Allan Almeida, Gerson Guimaraes, Gerson Souza, Yuri Catib, Roberto Pereira, Carlos Bastos

producción de arte - Nininha Médicis

asistentes de producción de arte - Anna Helena Saicali, Danielle Oliveira, Tereza Pinho, Camila Delamonica

equipo de apoyo de arte - Antonio Rocha, Sergio Brandão, Andreia Neves, Jorge Cirilo, Victor Vergeti, Fernanda Novaes, Rodrigo Castro, Julio Brandão, Luiz Fernando Oliveira,Glauber Van Den Berg

casting - André Reis

instructora de dramaturgía - Andréa Cavalcanti

producción musical - Roger Henri

director musical - Mariozinho Rocha

maquillaje - Carmen Bastos

equipo de apoyo de caracterización - Luiz Gabriel, Silvia Abel, Carlos Marques, Chirlei Coelho, Claudia Batista, Claudia Viana, Camilla Pinto, Dagmar de Souza, Tereza CristinaSuely de Paula, Silvana Borges, Maria da Conceição, Luciene Mello

edición - Paulo Jorge Correia, César Chaves, Rodrigo Clemente

colorista - Wagner Costa

sonido - Leonardo Queyroi, Irapuã Jardim, Pedro Belo, Julius Brito

efectos visuales - Gustavo Garnier, Enrico Gigliotti

efectos especiales - Federico Farfan

apertura - Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein

director técnico - Guto Leccioli

camarógrafos - Antonio Laport, Anderson Accioly, Thelso Batista Gaertner, Jovani Rios, Ricardo da Silveira, Thalissa Oliveira

equipo de apoyo para la operación de cámara - Pedro Luis Fernandes, Flávio Gomes, Almir Passos Correia, Alessandro dos Santos

equipo de video - Dreverson Marcio Kazik, Jose Carlos Goncalves, Bruna Carolline, Humberto Ferreira dos Santos

equipo de audio - Paulo Roberto Ferreira, Gustavo Longuinhos, João Zito, Wellington Pires, Victor Viana Ribeiro, Luiz Felipe de Paiva Ferreira, Renato Ignacio dos Santos

supervisor y operador de sistema - Marcos Lourenço

productor de escenografía - Eduardo Areal

gerente de proyectos - Marco Antônio Tavares

supervisión de producción de escenografía - André Luís Mello, Attom Motta, Fábio Rodrigues, Hélio Miranda

equipo de escenografía - Aciel Campos, Adílio Santana, Adriano Ofrede, Alexandre Paulo, Alexandre Tavares, Altamir Oliveira, Anderson Vieira, Andre Luis Moraes, Andre Luis Melo, Andre Tobias, Andre Vital, Angela Delgado, Bernardo Conceição, Carlos Renato, Cosme Silveira, Cristóbal Lourenzo, Dario Pereira, Daguiberto Gonçalves, Edgil Pinheiro, Edson Nunes, Fabio Flaviano, Fabio Gomes, Flávio Alexandre, Flávio Neves, Franklin Rodrigues, Gaudêncio Wanderlei, Gutemberg Batista, Joao Evangelista, Jorge Alberto, Jorge Marcos de Souza, Jose Aurelio Gonçalves, Jose Cavalcante, Jose Maria Ribeiro, Jose Marcos Valverde, Jose Manoel Santos, Josué Jovencio, Leonardo Dias, Luis Carlos Silva, Luiz Augusto, Marcelo Batista, Marcelo Paiva, Marcelo Pitanga, Marcos Tadeu Carolino da Silva, Milena Cangussu, Marilene Pedro, Oswaldo Jose, Olga Antunes, Paulo Roberto Pedreira, Paulo Roberto Mattos, Pedro Mauricio, Raphael Marroquim, Rene Souza, Ricardo Christo, Robson Silva Souza, Rodrigo Sá, Sebastião Ferrarez, Sidnei Becalito, Silvio Anselmo, Ubiratan Moreira, Vanilson Francisco, Wagner Paulo, Wellen Leandro, Wilson Cosme, Wilson José dos Santos

investigación - Luciana Reis

continuistas - Nicole Monteiro, Teresa Prata, Giselle Lewicki, Anna Cláudia

asistentes de dirección - Henrique Sauer, Pedro Brenelli, Francisca Libertad, Bia Coelho, Raí Júnior, Verônica Ruiz

ingeniero de producción - Ilton Caruso

equipo de internet - Isabel Ramalho, Camila Barreira, Lorena Vazquez, Luisa Rody, Fabrício Bianchi, Fabíola Schwob, Cristina Cople, Aída Barros, Inácio Moraes, Alessandra Albuquerque

equipo de producción - Carla Maia, Claudio Nunes, Bruno Petronetto, Mariana Daflon, Fabio Neres, Suzana Amâncio, Letícia Silveira, Norberto Pfeiffer, Chico Marinho, Rodrigo M Boecker, André Filho

coordinadores de producción - Leonardo Gonçalves

supervisión ejecutiva de producción - Guto Wong, Renato Azevedo, Samantha Santos

supervisor ejecutivo de producción de línea - Gilberto Nunes

producción ejecutiva - Marília Fonseca

gerente de producción - Cláudio Dager

director de producción - Flávio Nascimento

núcleo - Dennis Carvalho